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Rostos Santacombadenses

... dar voz aos filhos de Santa Comba Dão!

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Zé Dias e Lídia

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Popularmente conhecido apenas como Zé Dias, José Dias de Figueiredo Júnior nasceu em Fevereiro de 1924. Não nos consta que tivesse exercido a arte de barbeiro umbilicalmente ligada à família "Cabideque", optando por substituir a tesoura e a navalha pela caneta. Profissionalmente foi escriturário da Socer, Sociedade de Resinas, com sede no Bairro da Estação mas com escritórios em Santa Comba em frente à fábrica de serração e, certamente devido à capacidade organizativa adquirida e ao facto de sentir-se à vontade com os livros de balanço e balancetes [e à bela caligrafia], era amiúde solicitado a fazer parte do elenco directivo das associações da terra, mui especialmente do Desportivo Santacombadense do qual foi dirigente durante décadas e onde o seu nome está perpetuado. Foi também membro da primeira Comissão Recenseadora após a Revolução de Abril e foi secretário da primeira Junta de Freguesia democraticamente eleita. O seu amor à terra e ao futebol, aliado à sua capacidade de redacção, levaram-no também a ter coluna durante anos no semanário Defesa da Beira. Homem estimado na terra, respeitado e respeitador, Zé Dias faleceu no primeiro dia do mês de Agosto de 2007, deixando viúva D. Lídia Sousa.
Maria Lídia Ferreira de Sousa pertencia à família dos "Panelos" e nasceu em Agosto de 1928. Exerceu a profissão de doméstica e deu uma filha ao Zé Dias, Ana. Também muito querida das gentes santacombadenses faleceu recentemente em Janeiro deste ano de 2015.
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